A Secretaria de Esportes (SEESP) e o Fundo Social de Solidariedade de São Sebastião, em uma parceria com a Sinergia Treinamento Empresarial, promoveram uma palestra hoje (19/06), sobre o tema “Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa”. O evento reuniu pessoas da chamada “melhor idade”, participantes do Programa Mais Vida (Saiba mais sobre o projeto aqui) no salão social do Tebar Praia Clube.

Segundo a advogada e Secretária Adjunta de Esportes, Márcia Ione de Mello Souza, que ministrou a palestra, a ação foi direcionada para qualquer cidadão, mas principalmente para os idosos, pois eles precisam saber os seus direitos. Márcia disse ainda que existem direitos que os idosos sequer têm conhecimento de possuir, como por exemplo o de receber 25% a mais na aposentadoria ou pensão para pagar um cuidador, se comprovada a necessidade.

Participaram da ação, além da Secretária Adjunta de Esportes, a Coordenadora do Fundo Social de Solidariedade, Anne Faria, o ex-vereador Simei Soares e a gestora da Sinergia Treinamento Empresarial, Sandra Rousiê, entre outros representantes do Fundo Social e da Secretaria de Esportes. No final da palestra, Márcia Ione anunciou a criação da Secretaria do Idoso e da Pessoa com Deficiência, como mais um dispositivo para auxiliar e amparar essas pessoas.

A idosa Elizabete Fontes Pereira, que assistiu à palestra, disse que achou ótima as informações. “A palestra acertou em cheio sobre o que acontece com a gente quase todo dia”, afirmou ela. Já Elmida Freitas, que também acompanhou as explanações, foi enfática: “Perdeu quem não veio”.

Além da palestra, antecedida por um café da manhã especial, houve uma dinâmica em grupo, com algumas brincadeiras, sorteio de brindes e um forró para qualquer um que quisesse participar.

A palestra faz parte do cronograma do “Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa” (15 de junho), data instituída, em 2006, pela Organização Das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa. “Se os idosos fossem realmente tratados como deveriam ser, as casas de repouso não teriam filas de espera”, salientou Sandra Rousiê.